Transferir a aplicação
WC, lavatório, espelhos e vidros: o acabamento que salta à vista

Dicas de limpeza

WC, lavatório, espelhos e vidros: o acabamento que salta à vista

Limpar a sanita sem esquecer o essencial, um lavatório com o extravasor limpo, espelhos e vidros sem marcas: o guia prático dos acabamentos.

As sanitas e os espelhos são as duas superfícies que um hóspede inspeciona sem pensar, nos primeiros cinco minutos. Um espelho riscado à luz rasante, uma marca debaixo do tampo, e a sensação de limpeza geral desaparece, mesmo que o resto esteja impecável. Estes acabamentos demoram pouco tempo mas exigem o gesto certo, porque o gesto errado deixa uma marca pior do que nada.

O que se faz, e quando

TarefaFrequênciaO ponto frequentemente esquecido
Limpar a sanitaEm cada limpezaDobradiças e base da sanita
Limpar o lavatórioEm cada limpezaExtravasor e válvula
Limpar os espelhosEm cada limpezaCantos e parte inferior do espelho
Limpar os vidrosTodos os mesesCalhas e puxadores
Trocar o bloco sanitárioDe 2 em 2 semanasA data, não o aspeto

A sanita, pela ordem que não contamina

A sanita limpa-se do mais limpo para o mais sujo, nunca ao contrário, e com material que não será usado em mais lado nenhum. É o único sítio da casa onde o código de cores dos panos não é preciosismo, mas sim necessidade.

  1. Pulverize o gel na sanitaE sob o rebordo logo ao entrar na casa de banho. Atua enquanto faz o resto.
  2. Limpe o depósito, o botão de descarga e depois o tampo por cima.
  3. O tampo por baixoDepois o assento, depois o rebordo exterior da sanita.
  4. A base da sanita e o chão à voltaA zona mais esquecida e mais propensa a odores.
  5. Escove por fim a sanitaE puxe o autoclismo.

Dois detalhes que distinguem uma sanita realmente limpa:

  • As dobradiças do tampo, onde se acumula um depósito amarelado visível assim que se levanta. Uma escova de dentes e vinagre resolvem, e muitos tampas desencaixam para uma limpeza completa.
  • O círculo na sanita, à linha de água. Não é sujidade, mas calcário tingido. Baixe o nível da água empurrando-a com a escova, depois aplique vinagre branco quente ou um gel anticalcário e deixe atuar uma hora.

O bloco sanitário deve ser trocado de 2 em 2 semanas, pela data e não pelo aspeto: um bloco gasto continua a parecer novo. Aponte a data atrás do depósito em vez de confiar na memória.

O lavatório e o seu extravasor

O lavatório limpa-se depressa, mas há duas zonas quase sempre esquecidas:

  • O extravasor, aquela pequena abertura sob o rebordo. Tem uma cavidade que nunca seca, e é uma fonte clássica de odor numa casa de banho impecável. Deite bicarbonato seguido de vinagre branco uma vez por mês, depois enxague com água quente. Em muitos modelos, a anilha desenrosca-se para uma limpeza real.
  • A parte debaixo do rebordo, onde o dentífrico salpicado seca em pontos brancos que ninguém vê de frente mas todos sentem ao toque.

Em lavatórios de resina ou pedra reconstituída, nada de abrasivos nem ácidos: os micro-riscos tornam-se baços e o calcário agarra-se facilmente.

Espelhos, sem uma única marca

A marca num espelho vem quase sempre de excesso de produto, não de falta.

O método fiável:

  1. Um pano microfibra apenas humedecido com água limpaOu água com uma gota de vinagre.
  2. Passe em S, de cima para baixoSem voltar atrás.
  3. Seque imediatamente com uma segunda microfibra perfeitamente secaAntes que a superfície seque sozinha.

São os dois panos que fazem o resultado, não o produto. Um limpa-vidros pulverizado em excesso e limpo só uma vez deixa sempre um véu visível assim que a luz bate de lado.

Verifique sempre o resultado colocando-se de lado, nunca de frente: as marcas só aparecem à luz rasante, exatamente como o hóspede as verá ao entrar.

Não se esqueça da parte inferior do espelho e dos cantos, onde se acumulam salpicos de dentífrico e onde o pano costuma parar três centímetros antes do fim.

Vidros, uma vez por mês

Os vidros tratam-se todos os meses, não em cada limpeza: é um trabalho demorado cujo resultado só dura se as condições forem boas.

Três regras que decidem o resultado:

  • Nunca ao sol direto. O produto seca antes de limpar e deixa um véu impossível de remover. De manhã ou em dias nublados.
  • Dois movimentos cruzados: horizontal por dentro, vertical por fora. Se aparecer uma marca, sabe logo de que lado está.
  • A espátula inclinada, limpa a cada passagem, em vez de um pano que volta a sujar.

Não se esqueça das calhas e dos puxadores: é aí que se nota o rigor, e numa porta de correr, uma calha cheia de areia bloqueia o movimento, o que se torna um verdadeiro incómodo para o hóspede.

A alcatifa e os têxteis de parede, também mensais, são tratados em Limpar os solos de um alojamento: ordem, ferramentas, dosagem.

As suas perguntas

Em que ordem limpar uma sanita?

Do mais limpo para o mais sujo: depósito e botão de descarga, depois tampo por cima, depois tampo por baixo e assento, depois rebordo exterior, depois base da sanita e chão, e a sanita escovada no fim. Pulverize o gel na sanita ao entrar para atuar durante toda a limpeza.

Como tirar o círculo da sanita?

Esse círculo à linha de água é calcário tingido, não sujidade. Baixe o nível da água empurrando-a com a escova, aplique vinagre branco quente ou um gel anticalcário, deixe atuar uma hora e escove. Só a escova nunca resolve.

Como limpar um espelho sem deixar marcas?

Uma microfibra apenas húmida com água limpa, passagem em S de cima para baixo, depois secar imediatamente com uma segunda microfibra perfeitamente seca. São os dois panos que fazem o resultado, não o produto: o excesso de limpa-vidros é a principal causa de marcas.

Com que frequência limpar os vidros de um alojamento?

Uma vez por mês chega na maioria dos casos, mais vezes junto ao mar ou estrada. Nunca limpe ao sol direto: o produto seca antes de limpar e deixa um véu. Não se esqueça das calhas e dos puxadores, que se notam tanto como o vidro.

Com que frequência trocar o bloco sanitário?

De 2 em 2 semanas, pela data e não pelo aspeto: um bloco gasto mantém o aspeto muito depois de deixar de atuar. Aponte a data de colocação atrás do depósito, é o único método fiável quando há vários intervenientes no alojamento.

De onde vem o cheiro de um lavatório aparentemente limpo?

Do extravasor, a pequena abertura sob o rebordo, que tem uma cavidade que nunca seca. Deite bicarbonato e depois vinagre branco uma vez por mês e enxague com água quente. Em muitos modelos, a anilha desenrosca-se para uma limpeza real.

Passe da teoria à prática.

Um alojamento grátis para pôr tudo isto em marcha, o tempo que for preciso.

ComeçarVer os preços